Propaganda discriminativa é proibida por meio de uma liminar da Justiça Federal. Intitulada “Educação não é fast-food – diga não à graduação a distância em Serviço Social”, a campanha começou a ser veiculada em maio. Foram feitos filmes no YouTube, spots em rádios comunitárias e material gráfico, como adesivos e cartazes associando o ensino a distância à alimentação de baixa qualidade.
O Blog Brasileiro de Educação a Distância fazem um alerta para tal campanha de baixa qualidade uma vez que perguntas como: “Já imaginou trocar suas refeições por um lanche rápido durante quatro anos? É exatamente isso que ocorre com quem escolhe o ensino de graduação a distância em Serviço Social”.
Esta campanha não desrespeita apenas os tutores e alunos, mas também a família dos alunos que investem na carreira de seus filhos, na esperança de que eles tenham uma vida melhor.
O professor e estudioso da Educação EAD João Vianney defende a posição de que os alunos de EAD são mais proativos que os alunos presenciais. A prova esta nos resultados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) que a partir de 2010 comparou os alunos presenciais e a distância e mostraram que o desempenho dos alunos EAD foram superiores aos presenciais em diversas áreas.
Um absurdo estas campanhas que "discriminam" a Educação à Distância (EAD)! Por isso, são necessárias as criações dos blogs para dismistificar e esclarecer a metodologia da EAD.
ResponderExcluirDevemos rever nosso conceito sobre a EaD, pois muitos ainda tem pré conceitos sobre este tipo de ensino.
ResponderExcluirInfelizmente algumas propargandas e forma de divulgação por algumas instituções denigrem a imagem desse tipo de estudo.
Abraços
Evandro
Como professores e formadores de opnião temos um papel importante na concientização e quebra de preconceitos no ensino EaD.
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