Propaganda discriminativa é proibida por meio de uma liminar da Justiça Federal. Intitulada “Educação não é fast-food – diga não à graduação a distância em Serviço Social”, a campanha começou a ser veiculada em maio. Foram feitos filmes no YouTube, spots em rádios comunitárias e material gráfico, como adesivos e cartazes associando o ensino a distância à alimentação de baixa qualidade.
O Blog Brasileiro de Educação a Distância fazem um alerta para tal campanha de baixa qualidade uma vez que perguntas como: “Já imaginou trocar suas refeições por um lanche rápido durante quatro anos? É exatamente isso que ocorre com quem escolhe o ensino de graduação a distância em Serviço Social”.
Esta campanha não desrespeita apenas os tutores e alunos, mas também a família dos alunos que investem na carreira de seus filhos, na esperança de que eles tenham uma vida melhor.
O professor e estudioso da Educação EAD João Vianney defende a posição de que os alunos de EAD são mais proativos que os alunos presenciais. A prova esta nos resultados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) que a partir de 2010 comparou os alunos presenciais e a distância e mostraram que o desempenho dos alunos EAD foram superiores aos presenciais em diversas áreas.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Deputada quer debater Educação a Distância
Professora Dorinha apresentou requerimento à Comissão de Educação (CEC) que solicita a realização de audiêcia pública para debater os desafios da Educação a Distância, assim como, a questão do preconceito e discriminação, regulação e controle de qualidade destes cursos (acompanhamento do endino ofertado).
Segundo a parlamentar "A democratização que o ensino à distância proporcionou à educação é louvável. Porém, temos que primar pela excelência do ensino, para termos profissionais qualificados no mercado de trabalho. Vale ainda ressaltar que está sendo debatido o PRONATEC, que tem como objetivo expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos técnicos e profissionais de nível médio, e de cursos de formação inicial e continuada para trabalhadores.”.
Sou professora, e estou em uma pós graduação a distância a qual superou minhas espectativas . Acredito que a educação atrelada à tecnologia e à internet permite novas formas de aprendizagem, basta o aluno tirar proveito dessas oportunidades ser disciplinado e organizado que terá sucesso.
Segundo a parlamentar "A democratização que o ensino à distância proporcionou à educação é louvável. Porém, temos que primar pela excelência do ensino, para termos profissionais qualificados no mercado de trabalho. Vale ainda ressaltar que está sendo debatido o PRONATEC, que tem como objetivo expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos técnicos e profissionais de nível médio, e de cursos de formação inicial e continuada para trabalhadores.”.
Sou professora, e estou em uma pós graduação a distância a qual superou minhas espectativas . Acredito que a educação atrelada à tecnologia e à internet permite novas formas de aprendizagem, basta o aluno tirar proveito dessas oportunidades ser disciplinado e organizado que terá sucesso.
O Brasil esta em pleno desenvolvimento e realmente necessita de novas plolíticas públicas voltadas a educação à distância, com tantas mudanças há necessidade de um aprimoramento educacional que venha a suprir as necessidades desta sociedade.
obs: informações retiradas do http://www.educacaoadistancia.blog/segunda-feira, 8 de agosto de 2011
EAD para aluno deficiente
O autor, ex-senador Augusto Botelho (RR), fala sobre a educação a distância para deficientes. Ele acredita que a deficiência possa impedir que o estudante se desloque para as escolas especiais, o que cercearia seu acesso à educação.
Para isto, elaborou um projeto no qual tramita na Câmara. O Projeto de Lei 508/11, do Senado, assegura o acesso escolar ao aluno e prevê atendimento educacional em local especial, recursos pedagógicos de educação a distância e outros que se utilizem da internet.
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Considero a Lei pertinente já que da oportunidade ao aluno com necessidades especiais a uma aprendizagem compatível com as suas possibilidades. Segundo João Mattar (2011) o Conectivismo nas redes, desempenha um papel de interação, ou seja, encontrar e aplicar o conhecimento onde e quando necessário; interações periféricas e emergentes nas redes, em que ex-alunos, profissionais e outros professores são capazes de observar, comentar e contribuir para o aprendizado.
Lei
O projeto altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei 9.394/96). A lei estabelece que o dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante diversas garantias, entre elas o atendimento educacional especializado gratuito aos alunos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular de ensino.
A lei também obriga os sistemas de ensino a assegurar aos alunos com necessidades especiais, entre outros pontos:O projeto altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei 9.394/96). A lei estabelece que o dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante diversas garantias, entre elas o atendimento educacional especializado gratuito aos alunos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular de ensino.
- currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades;
- professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns.
obs: Lei foi retirada : www.educacaoadistancia.blog.br/category/educacao-adistancia/
sábado, 6 de agosto de 2011
A Educação a distância no Brasil e no Mundo
A Revista Digital "La Educ@ciol" em maio de 2011 publicou um texto de João Mattar cujo titulo era: Web 2.0 e Redes Sociais na Educação a Distância: Cases no Brasil, ele faz uma revisão referente ao modelo EAD no Brasil e no mundo e seu novo cenário.
Antigamente para realização do EaD não havia telefone, rádio, televisão, computador nem celular, para isso, estabeleceu-se um modelo de EaD por correspondência. Atualmente o cenário é completamente diferente, com o desenvolvimento das TICs (Tecnologias da Informação e da Comunicação), da internet, das ferramentas da web 2.0 e das redes sociais, que fazem parte da educação.
Antes havia pouco conteúdo disponível e praticamente não era possível interagir à distância, hoje há um excesso de conteúdo disponível e é possível interagir intensamente à distância. Segundo Bruno,2009 desta forma, os alunos podem assumir lideranças temporárias ou regências emergentes, compartilhando o processo de mediação com o professor.
A integração de ferramentas da web 2.0 e redes sociais à educação desafia vários axiomas da Educação a Distância (EaD). A equação “Conteudista + Designer Instrucional + Web Designer + Tutor”, marca a maioria dos modelos de EaD adotados no Brasil, porém esta se tornando inadequada para educar essa nova geração. Este cenário exige um design educacional, baseado em teorias como construtivismo e conectivismo, em substituição ao design instrucional, fundamentado no behaviorismo e orientado principalmente aos objetivos de aprendizagem e produção de conteúdo.
O Construtivismo adota como idéia que primeiramente o educador deve conhecer seus alunos a fim de organizar o processo e não ter como foco o conteúdo. Esta teoria anda ao lado do Conectivismo, que segundo Siemens (2004), é a teoria mais adequada para era digital, uma vez que a ação é necessária sem aprendizado pessoal, utilizando informações fora do nosso conhecimento primário. Ou seja, devemos construir um cenário de aprendizagem juntamente com alunos e professores. Para atingir esse estado, parece ser necessário posicionar o envolvimento antes do conteúdo. Para Prensky (2007), a ordem dos fatores no design deveria ser: (1) motivação; (2) reflexão; (3) individualização; (4) criação; e somente no final (5) conteúdo. Foco na comunidade (participação em grupos), foco na avaliação (interação e feedback frequentes) e foco no aprendiz (conexões pessoalmente relevantes a contextos do mundo real) são no mínimo tão importantes quanto foco no conteúdo para facilitar o aprendizado.
Este artigo parte destas reflexões para analisar algumas experiências contemporâneas de uso de web 2.0 e redes sociais em educação à distância no Brasil e avaliar as oportunidades que elas oferecem para o desenvolvimento humano no país.
Sem dúvida precisamos refletir sobre algumas ferramentas, tecnologias e atividades utilizadas em EAD, além de discutirmos os novos papéis desempenhados pelos alunos e professores.
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